terça-feira, 20 de Março de 2012

4 no bar

15 comentários:

Carlos Pimentel disse...

Muito boa a tira.... parabéns pelo trabalho... Comecei a gostar de HQ's lendo suas tirinhas

Gabriel "gago" Alencar disse...

Cara, muito legal, adoro sua narrativa.

Edison Junior disse...

Muito boa! Ahahaha!

KS Nei disse...

Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

Anónimo disse...

o 4 é uma mulher grávida; o 4,um vagabundo com um dos pés encostado no muro; o 4, um veleiro que some na linha do horizonte.

já mostarda nos olhos dos outros é arte.

ALEXANDRE disse...

oloko!

Carlos Alberto Civilizado disse...

Muito legal, o cara fica com o balão com as linhas do quadrinho - já o "Tó" fica com o balão dentro do quadrinho - GENIAL!

Anónimo disse...

kd o face?????

Gustavo disse...

O Laerte chegou a um ponto em que mesmo quando ele faz algo ruim as pessoas aplaudem e elogiam.
Para o artista, isso não é bom, porque dessa forma se perde o parâmetro.

hugolt disse...

Legal o seu comentário, Gustavo. Acho que nem é o caso ainda, mas indícios de que isso pode vir a acontecer começam a se avolumar. Veja o caso do comentário acima, do nosso amigo Carlos Alberto Civilizado, por exemplo...

Bruno disse...

hehehe
laerte sempre brindando com coisa boa pra alegrar o dia
:D

bjuu

Juliano disse...

O nosso amigo Civilizado viu bem, quem só fala tó tá cercado pelo seu próprio balão, e isso é, ainda, arte, me fez pensar, portanto, tó de presente.

Gabriel Garcia disse...

aliás, esses quadrinhos foram além de perfeitos, nostálgicos - tem muito a ver com o humor do Laerte q conheci d outrora - ah!, outro detalhe legal além dos balões: a cor só foi colocada nos produtos fornecidos pelo tó - aí pensei até usar este artíficio em outra série - se fosse uma sequencia de 7 podia rolar uma alusão do arco-iris da nova fase do Laerte, justa-posta com essa nostalgia tó-da

odontontofisio disse...

Devo ser muito burro, achei uma M.....

o filósofo disse...

Sabe aquele grafiteiro que vai a locais inóspitos fazer trabalhos que provavelmente ninguém vai ver?
Compreender e ser compreendido é um luxo com o qual não deveríamos contar.

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