sábado, 22 de novembro de 2008

manual - episódio 16

9 comentários:

Nei Ken iti Schimada disse...

Woody Allen com The Legend?
Bueno, fica tudo em NYC.
(Pelo menos a fase bacaninha do jude)

Que rumo tomaremos depois do vrido, meu fio???

Nao, pai, eu to chupano e' preda d'agua!

Leandro Robles disse...

Essa tira teve o oferecimento de Palmito Praiano, o palmito das multidões.

Corsário Satã disse...

Você é absolutamente doente. Tudo até aqui foi doente. Com certeza apreciarei o restante.

teclas pretas disse...

haaaahahahaahahaha...palmito praiano, o palmito das multidões...

GLAUBEROVSKY

Renzo Mora disse...

Laerte Coutinho sempre foi muito bom. Aí, quando parecia impossível, ficou melhor.

Laerte começou fazendo tiras geniais – suas histórias antecipam “O Show de Truman” de Peter Weir, com Jim Carrey, (veja em “Laerte: Histórias Repentinas”) e, para usar o clichê “machadiano” (não que Machado de Assis falasse isso, mas a explicação que todos dão para a pequena repercussão global dos seus escritos), se escrevesse em uma língua mais falada mundialmente, seria seguramente reconhecido e louvado no planeta inteiro.

Hoje, Laerte abandonou os Piratas do Tiête e o Overman (meu favorito) e está fazendo um troço completamente novo – eu chamaria (pretensiosamente) de “poesia gráfica”, na falta de nome melhor.

O Manual do Minotauro é o melhor exemplo disso.

Vai o link:

http://manualdominotauro.blogspot.com/

Pouca gente merece o título de gênio. Laerte é um dos poucos que faz justiça ao título.

Para quem acha que “quadrinhos” é um gênero menor, leia Laerte.

Érico San Juan disse...

Tiras saem pequenininhas nos jornais, mas quadrinhos não são um gênero menor, definitivamente.

Pan Box disse...

Opa, quebrou.

Pedro Obliziner disse...

Realmente, vidro de palmito com certeza é hermeticamente fechado, o único que eu confiaria pra guardar um vírus mortal, só não pode confiar no desastrado que pode quebrar o vidro

Laerte disse...

Quero deixar registrado que nunca vi A Lenda. Mas assisti muito Além da Imaginação (saiu sem querer).

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